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A guerra é o perigo, o desafio ao destino, a possibilidade de triunfo, mas sobretudo a inquietação em acção. Da paz se diz que é «podre», porque é o estarmos recaídos sobre nós, a inactividade…
Na aparente quietude, acabam por acontecer coisas perversas…
Procuro contrariar esta inacção que pressagia uma tempestade anunciada que rapidamente se aproxima…
A calmaria pode ser uma pausa, mas serve para preparar-me para essa tormenta que se acerca a mim…
Deveria apreciar a calmaria, mas avalio as situações e as circunstâncias e preparo-me para o pior…Depois de a tempestade passar, regressará a calmaria… Mas para dar apreço a esse momento, é imprescindível que tenha sobrevivido…
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