domingo, 6 de fevereiro de 2011

Imaginários

Amigos imaginários…
Com quem brincávamos… Principalmente, quando estávamos sem a companhia de outros da nossa idade, ou, quando não havia ninguém para partilhar a mesma brincadeira…
Então, até falávamos, em bom tom, como se alguém estivesse connosco. Mesmo à nossa beira… Sem qualquer receio de parecermos loucos ou tresloucados…

Amores Imaginários…
Em que admiramos com atenção o objecto da nossa paixão desmesurada…
E, na sua ausência, fitamos para um qualquer objecto que nos faça recordar-nos dessa pessoa… Ou, simplesmente, criamos uma sua imagem em nossas mentes…

Então, somos protagonistas de uma história em que tudo é perfeito e acontece em nossa feição…
Como, somos ingénuos!
Mas que mal poderá ocorrer? Afinal, é apenas a nossa imaginação a dar rédea solta às nossas fantasias e desejos…
O mundo que nos rodeia é que está errado… Pois, não nos permite sermos salvos, nem sermos heróis da nossa própria história…

sábado, 5 de fevereiro de 2011

KB

1 Bit é a denominação de um dígito binário, no sistema de numeração binária, que tem base 2, ou seja, neste sistema só existem dois algarismos distintos: 0 e 1, com os quais se fazem combinações para a representação de números e mais outros caracteres.
No sistema de numeração que usamos normalmente, o decimal, tem base 10 e nele existem 10 algarismos distintos: de 0 a 9.
O valor que um algarismo assume na representação do número depende da base do sistema de numeração e da posição do algarismo.
Por exemplo, o número decimal "100" assume o valor cem, porque ele é resultado da seguinte soma: 0 × 10 elevado a 0 + 0 × 10 elevado a 1 + 1 × 10 elevado a 2 = 0 + 0 + 100 = 100.
Entretanto, o número binário 100, assume o valor decimal de 4, porque ele é resultado da seguinte soma: 0 × 2 elevado a 0 + 0 × 2 elevado a 1 + 0 × 2 elevado a 2 = 0 + 0 + 4 = 4.

Um byte tem 8 ou 7 bits, por convenção, de acordo com o sistema de codificação utilizado.
No Sistema de Codificação EBCDIC, que quer dizer Extended Binary Coded Decimal Interchange Code, código desenvolvido pela IBM, para ser utilizado nos seus computadores "main-frames", e que utiliza 8 (oito) bits para representar 256 caracteres possíveis, neste código (2 elevado a 8 = 256).
No conjunto de caracteres ASCII (American Standard Code for Information Interchange) temos uma codificação padronizada de 7 (sete) bits para representar 128 caracteres (2 elevado a 7 = 128).
A maioria dos sistemas baseados em PC utiliza o código ASCII estendido de 8 bits, usando os 128 caracteres adicionais para representar caracteres especiais, letras de diversos idiomas, sinais de pontuação e símbolos gráficos.

Quanto ao quilo (K), na realidade, por exemplo, 1 quilograma = 1000 gramas, isto porque este sistema está na base 10, e então para se ter 1 quilo, multiplica-se a unidade (grama) por 1000 (10 elevado a 3).
Tratando-se de informática, o prefixo KB é usado para representar o valor da unidade, (bits, bytes, etc.) multiplicada por 1024 (2 elevado a 1024).

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Agradar

Se existe uma pessoa no mundo em que vivemos que não goste de atenção, amor e carinho que atire a primeira pedra. Desde que o mundo é mundo, e que um relacionamento é baseado em amor, a vontade de agradar a pessoa amada é um facto indispensável na vida dos apaixonados, seja com um simples gesto a um presente inesperado.

As formas de agradar quem se ama variam conforme os gostos, comportamentos e estilos, sempre que queremos agradar procuramos nos aprofundar mais nas vontades do companheiro(a) assim evitando errar, estar em sintonia com a pessoa para descobrir os gostos, desejos e anseios pode ser um forte aliado quando pensar em presentear, portanto, uma dica indispensável é ficar sempre atento aos comentários que são feitos durante as conversas que vocês tem, isso facilitará muito na sua decisão.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Black Swan



- It was perfect.







quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Vitinho

Como foi possível?
Chega a ser assustador… O Vitinho que me mandava ir dormir fez hoje 25 anos…
Passou tanto tempo!
Não era exactamente pequeno, mas era após o Vitinho que me deitava… Podia já estar de pijama e dentes lavados, mas faltava o “Boa Noite, Dorme Bem e Até Amanhã” dos pais do Vitinho…

Apenas fui autorizado, uns dias, a ficar acordado até mais tarde. Porque a seguir dava uma série televisiva sobre Cristóvão Colombo. Uma oportunidade para aprender sobre a história deste descobridor.

Anos mais tarde, na minha viagem de finalista da secundária. Eu e os meus colegas cantámos, além de muitas outras música, cada uma das músicas do Vitinho. Todos nós sabíamos de cor…
É extraordinário, mas faz parte da cultura popular da minha geração cada uma das músicas que, sem as quais não iamos deitar.
De facto, houve mesmo uma noite, em que o Vitinho foi emitido mais tarde que o habitual. E no dia seguinte os pais queixavam-se de os filhos não terem ido deitar, e que a culpa de toda aquela situação era a transmissora televisiva…

É tão bom recordar e sonhar outra vez…

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Ceptro

Em Portugal, ao contrário do que acontece em outros países, não se verifica na investidura dos monarcas uma larga alusão à entrega das insígnias. Estas, todavia, encontram-se bem documentadas nas descrições da aclamação.
A Idade Média, sob o aspecto de simbologia política, foi de uma exuberante variedade e riqueza. Países houve, contudo, que constituíram excepção neste capítulo. Portugal é disso exemplo. Os signos da soberania em Portugal - e nao apenas naquela época histórica - além de raros, nunca encerraram interpretações extremistas; mas nem por isso, uma curta análise, deixa de ser útil.


A espada ou estoque representava a vitória sobre os inimigos e simultaneamente a justiça punitiva.

O ceptro, como a coroa, tinha atrás de si larga tradição e constituia uma das insígnias mais representativas da realeza. Em Portugal, logo desde os primeiros tempos da monarquia, o ceptro pertence à simbólica do Estado. Segundo o Direito Canónico, o ceptro - imagem da rectidão - representava a Justiça.


O ceptro obteve em Portugal, como símbolo político-jurídico, importância só comparável à que lá fora logrou a coroa. A coroa, de facto, não foi usada pelos soberanos portugueses, embora tenha feito parte da nossa simbólica estatal e tivesse mesmo ficado indissoluvelmente ligada à iconografia régia.

Levantamento

( A Batalha de Ourique (25 de Julho de 1139) - origem mística de Portugal e aclamação de Afonso Henriques como rei e também a adopção dos cinco escudos como armas nacionais)

Em Portugal, a investidura régia fazia-se através de uma cerimónia muito menos complexa que a coroação – o levantamento.
Nos quadros da história das instituições políticas a designação que lhe cabe é a de “eleição”, expressão esta que não implica necessariamente uma eleição no sentido habitual, podendo ser antes a simples ratificação dos direitos do novo rei pela nação.
Conquanto o trono fosse hereditário, o nosso direito público conservava, como vestígio, do princípio consensual e como expressão do dualismo rei/nação, a instituição do levantamento.

Todavia só a sagração conferia o título e a dignidade de rei, assim também, entre nós, o novo rei estava de antemão designado mas necessitava, não obstante, ser aclamado.
Os partidários da teocracia, em defesa da supremacia do sacerdócio sobre o império, afirmavam que o ungido é inferior àquele que dá a unção.
Reagindo a tal modo de ver, os partidários da tese adversa contra-atacaram, negando que a unção fosse uma cerimónia essencial, isto é, possuísse um efeito constitutivo de realeza. O rei, segundo esta tese, tem o seu título unicamente da hereditariedade, ou da eleição; é rei desde a morte do seu predecessor ou desde que os eleitores qualificados o elegeram; as piedosas solenidades que se desenrolam depois não têm outro objecto senão orná-lo de uma consagração religiosa, venerável, mas que não são indispensáveis.
Em Portugal, onde os reis não foram ungidos e coroados, nenhuma das doutrinas referidas teve campo favorável à sua disseminação.

De todos os actos da elevação, talvez o mais importante seja o juramento régio, isto é, o juramento pelo qual o rei promete “guardar os foros, usos e costumes do reino, governar os povos bem e direitamente e ministrar-lhes justiça”.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Maratona

Devido a guerras antigas, nas planícies de Maratona, na Grécia, conta-se que um soldado, e também atleta, terá percorrido enormes distâncias a pé, em passo de corrida, em busca de auxílio e reforços para combater os inimigos do seu povo.
E após a batalha, em que terá participado, foi-lhe incumbido a tarefa que lhe terá sido mortal devido ao excesso de esforço. Nessa última missão, o corredor Filípides percorreu cerca de 42 quilómetros que separam o local da batalha da cidade de Atenas.

Esta última, longa, dura e penosa tarefa tornou-se o símbolo da mais desgastante e emocionante prova dos Jogos Olímpicos: uma prova de corrida de 42 195 metros – a Maratona…
Mas também é símbolo da capacidade e resiliência do espírito humano perante qualquer adversidade que surja ou cria…

Primeiro de Dezembro, Primeira Maratona de Step…
Lá estarei… Como participante…

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Rádio Macau - O Anzol


Não há nada de novo aqui…

domingo, 28 de novembro de 2010

Educar

Não restam dúvidas de que hoje há insegurança sobre a educação dos filhos. Existem teses e teorias diversas, que apontam direções, muitas vezes opostas, e que criam um dilema para os pais:
- Como educar? Qual é o caminho correcto?
Uma coisa parece ser certa: as atitudes firmes e coerentes são fundamentais na educação dos filhos.
Limites, regras e vida em sociedade.
Por mais que lhe custe ouvir falar deste assunto, não se esqueça que os
limites e as punições são uma constante nas nossas vidas. Por exemplo: um motorista que segue acima do limite máximo de velocidade permitido, será multado, ou seja, punido.
Viver em sociedade significa obedecer as regras. Muitas vezes não percebemos, mas estamos constantemente a respeitar e a definir limites. Não seria possível viver colectivamente sem eles. Por isso, a criança precisa aprender desde cedo como comportar-se em grupo.
Naturalmente que é dever dos pais atender os pedidos dos filhos, mas sempre dentro de determinados limites impostos pela sociedade e pela educação dos próprios progenitores. É preciso saber dizer não, de uma forma positiva e coerente, caso contrário vamos estar interferindo no desenvolvimento correcto da criança.
Saber dizer "não".

Dizer "não" a uma criança é uma atitude, dentro do processo educativo, necessário e saudável. A criança precisa compreender que existem regras, que tudo tem um momento certo e que há horas para brincar, para dormir, estudar etc. Quando a criança tem liberdade total, tem dificuldade em apreender e aceitar regras e limites.
A falta de firmeza dos pais leva a criança a impor a sua vontade. Então, é ela que determina o que vai comer, o que vai vestir, que programa assistir na televisão, como deve ser mobilado seu quarto, etc. Habituados a impor a sua vontade, a criança e o adolescente não aceitam ser contrariados.
Dizer "não" a uma criança, no momento certo, não é prejudicial. Muito pelo contrário. Esta pequena palavra é necessária, uma vez que a criança está construindo a sua concepção do mundo. A criança precisa de conhecer os limites, saber distinguir aquilo que pode ou não ser feito, para conseguir viver em sociedade.

Ao contrário do que muitos pais pensam, a criança é capaz de entender um "não". A recusa não gera traumas, mas tem que ter uma razão e coerência.
Ao proferir a negação, o adulto mostra que se preocupa com a criança, e, para ela, isto vale muito mais do que muitos brinquedos ou a realização de todas as suas vontades. Ela poderá chorar ou "fazer birra", mas isso faz parte da sua socialização.
Assim, o adulto deve pensar no bem da criança quando tiver diante de si uma situação em que precise negar. Pode ser um pouco difícil dizer não, mas é preferível ver uma cara triste por apenas alguns momentos, do que testemunhar problemas mais graves que poderão fazer a criança sofrer mais tarde.

sábado, 27 de novembro de 2010

Agradeço

É sempre de bom tom agradecer… Mesmo por aquilo a que os outros se encontravam obrigados a efectuar…
Agradecer é um acto de gentileza e de apreciação… Um incentivo para não banalizar os actos… Por isso…

Agradeço por nunca estarmos realmente sós. De sempre haver um ombro que nos apoia e acolhe com carinho.
Há sempre alguém com palavras de ânimo e conforto…

Também agradeço por estar vivo e bem de saúde, e ter os meios para manter-me assim… E não choro apenas quando me faltam…
É certo que tenho vivido por muitos momentos difíceis… Mas agradeço a paciência e a perseverança daqueles que mantêm por perto…

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Fatalista

Não houve um passado, não há um presente, não haverá um futuro.
O que me resta? Desejos irrealizáveis, sonhos desfeitos…
As possibilidades que não acontecerão, por motivos que desconheço…
Porque devo agarrar-me a circunstâncias que a nada conduzem…
A palavras ocas e vazias de intenção…

Fatalista? Sim!...
Todos os nossos actos têm uma consequência. Mas nem sempre a desejada ou pretendida.
E comigo a pretendida é a que não acontece.

Deverei deixar de criar expectativas e viver em ansiedade?

Fatalismo

Uma das características dos seres humanos é que somente somos capazes de distanciarmo-nos frente ao mundo que nos rodeia para objectivá-lo e com isso, agir sobre a realidade.
Mas quando as oportunidades de vida são estreitas, a realidade social torna-se parte da natureza. "Cada objecto tem seu próprio ciclo pré-determinado, e as únicas são aquelas impostas pelas demandas mínimas de evolução. As coisas são como são, como foram ontem e, assim, serão amanhã" (Martín-Baró).

Ao considerar a vida como predefinida, há um sentimento de resignação ao próprio destino. Conformamo-nos e submetemo-nos a esse destino…
Ao considerar que toda e qualquer acção sobre a realidade, não são capazes de alterar o destino, então deixamo-nos de afectar e emocionar pelos sucessos dos nossos caminhos. A tendência é para baixar os braços e não fazer nenhum esforço…
É um Deus distante e todo-poderoso ou Parcas que decidem o destino de cada pessoa… Aceitamos todo o sofrimento sem questionar ou agir… Vivemos sem memória do passado e sem planear o futuro…

Somos nós, a cada momento, em todos os lugares, que criamos o destino de cada um… Nem tudo se encontra predefinido e podemos agir sobre tudo…

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Gladíolos

O gladíolo é uma das mais belas flores que podemos encontrar. Seu colorido e plasticidade da cascada que formam as suas flores, tornam-no ideal para a criação de ramos de flores e arranjos florais que irão enriquecer a sua casa, e não só…

Seu nome provem do latim "gladius" que significa espada, por causa de suas folhas pontiagudas, espessas e resistentes.
Na Roma antiga, era costume oferecer gladíolos aos gladiadores como símbolo de vitória. No mundo encontramos mais de 180 variedades nativas dessa planta espalhados por África, Europa, Médio Oriente e algumas zonas da Ásia.

Não obstante a variedade, eram brancos como a pedra por detrás…

domingo, 31 de outubro de 2010

The Corrs - What Can I Do


Não sei o que estarei a fazer de errado…
Que posso eu fazer…

sábado, 16 de outubro de 2010

Falácias

Uma falácia é um argumento incorrecto que tenta induzir esse erro de raciocínio. Não é uma mera afirmação falsa, nem uma opinião da qual discordamos, nem uma explicação mal dada ou uma omissão de factos. Tudo isso pode conduzir a falácias, se induzir inferências inválidas, mas não é falacioso por si só. Não é falácia torcer por este ou aquele clube desportivo, dizer que não chove quando está a chover ou explicar que não se pode apresentar o trabalho porque o cão o comeu. Nem sequer é falácia partir de falsas premissas. “É melhor ir de Metro porque está a chover elefantes” é uma inferência válida, apesar da razão apresentada não ser aceitável em condições normais.

As falácias podem enganar invocando pressões psicológicas, como anseios, repulsas, ou desejos, que levem a uma conclusão injustificada. Mas, normalmente, uma análise minimamente atenta do argumento é protecção suficiente contra tal artifício. É relativamente simples perceber que não se deve concordar com um argumento se a única justificação é que quem discorda “não é homem, não é nada”. Mais perigosas são as falácias que enganam porque seguem a mesma estrutura de algumas formas de argumentação válida.

Uma falácia é um erro específico de raciocínio, e não um mero problema nos factos, explicações ou opiniões. É uma inferência incorrecta que visa induzir em erro, e que o pode fazer omitindo deliberadamente dados relevantes, imitando argumentos válidos em circunstâncias em que não o sejam ou apelando a emoções, preconceitos, medos e desejos para conduzir a uma conclusão por outros caminhos que não o da persuasão racional. A forma de identificar uma falácia é encontrando os elementos do argumento que, normalmente de forma dissimulada, servem para dar uma aparência de justificação a uma inferência inválida.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Tata





Tata
(romeno)
1. Pai.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Fogão

Desde que experimentei cozinhar num fogão de vitroceramica que me tornei um fã. Mais eficiente, eficaz e limpo… Adorei.
E quando o meu velho fogão a gás apresentou ter uma fuga de gás, decidi logo substitui-lo por um fogão de vitroceramica.
Esta peça de móvel, é de facto o objecto central de uma cozinha. Pois enquanto espero pela entrega, encontro-me muito limitado ao que posso preparar. E já agora deixo umas simples dicas…

Mantenha as panelas no centro da chama.
Quando estiver a cozinhar, fique atento para que as panelas estejam bem no centro das chamas. Quando as labaredas sobem pela lateral da panela parte do calor é perdido, fazendo com que a comida demore mais de cozinhar e você gaste mais energia.
Ainda existe o risco de queimar parte da comida ou presenciar um acidente, já que quando mal posicionada, a panela fica mais propensa a cair do fogão. Por isso, posicione correctamente a panela e evite esses riscos.

Tampe suas panelas enquanto cozinha.
Parece obvia, não é? E é mesmo! Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar. Com isso você economiza gás e ainda garante que seu almoço ficará pronto mais cedo.
Outra boa ideia é cozinhar na panela de pressão. Acredite, dá para fazer de tudo ali: feijão, arroz, macarrão, carne, peixe etc. É muito mais rápido e você pode economizar até 70% de energia.

Cozinhar

Preparar a comida de que se serve de base a nossa alimentação, é daquelas actividades incontornáveis das nossas vidas…
Mas também é uma actividade que exige paciência, alguma dedicação e criatividade…
Dependendo do que se prepara, pode demorar mais ou menos tempo, ser mais ou menos difícil de fazer… E se somos suficientemente esquisitos, reparamos que o mesmo prato nunca fica igual…

Seguir uma receita pode ser o modo mais fácil, mas pode faltar este ou aquele ingrediente… Correr à loja, buscar o que falta nem sempre é a melhor opção… E podemos ter curiosidade em adicionar um ou outro ingrediente que temos à mão. Só para saber como fica…
É uma arte, mas também uma ciência que se baseia em experimentação e erro, até à descoberta da receita ideal.
E a criatividade não fica pelos ingredientes utilizados, mas também no modo como apresentamos os alimentos preparados.

Gosto de cozinhar, mas não deixo de ficar um tanto frustrado quando fico enfiado numa cozinha durante horas, e o cozinhado é devorado em minutos…

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Respublica

Entidade integradora supra regna, onde, de um lado, estão aqueles que podemos qualificar como os projectistas da paz universal, herdeiros dos defensores da monarquia papal universal e antecessores dos chamados mundialistas, e, do outro, os defensores do Império, da instauração de uma monarquia universal pelo imperador.
Se os primeiros apenas advogam o recurso a meras instituições do antigo direito das gentes, utilizando o método clássico da arbitragem ou o recurso a associações de unidades políticas autónomas, destinadas a proibir o recurso à força, já os segundos apostam na criação de uma autoridade temporal superior às unidades políticas particulares.

Os projectistas da paz são assim herdeiros da unificação promovida pela Igreja na res publica christiana, geradora de um direito das gentes cristão que, segundo Truyol Serra, introduziu três importantes novidades: primeiro, quando veio adoçar e limitar o direito de guerra, tanto pela difusão do ideal da cavalaria, como pelo estabelecimento de instituições como a paz de Deus e a trégua de Deus que, ou impediam actos de guerra em certos dias, ou punham ao abrigo da guerra certos grupos da população; segundo, quando instituiu a arbitragem, uma instituição diversa da simples mediação, dado que o árbitro já tinha de cingir-se ao direito, enquanto o mediador podia actuar conforme a equidade, e fez do papado uma instância arbitral permanente; terceiro, quando, promoveu a reunião de concílios, participados por eclesiásticos e leigos, que não se limitavam apenas à discussão de questões teológicas e que também promoviam arbitragens .

Utilizando uma linguagem actual, diremos que os primeiros apenas defendem um fenómeno de organização internacional, apenas susceptível de actuar inter-estadualmente, enquanto os segundos já advogam a integração internacional, de carácter transnacional.