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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Retomar

Não é fácil retomar um projecto perdido, abandonado, esquecido ou apenas preterido porque a atenção, esforços e recursos foram desviados para assuntos mais prementes.
O primeiro passo para retomar é criar motivação.

Não duvido que grandes feitos e conquistas apenas são obtidos através de esforço e dedicação.

Mas há sempre algo que transformou, e temos de nos adaptar rapidamente se queremos uma rápida retoma e consolidar a recente reconquista.
Terá de valer a pena o esforço que deve ser compensado com novas e antigas recompensas. As opções e possibilidades devem diversificar
Os limites devem ser empurrados para mais longe

Apenas o tempo dirá se a retoma foi eficaz E apenas o tempo dirá por quanto tempo será assim

domingo, 1 de janeiro de 2017

Auto-preservação

É algo que sei que me une a todo o mundo animal, e até quem poderá saber, até ao mundo vegetal. A auto-preservação.
Esta busca para evitar a dor; de manter intacta a minha integridade física e até mesmo mental. De manter-me vivo e ileso...
Crente e seguidor de uma velha máxima de não fazer aos outros o que não gostaria que me fizesse... Por isso, procuro abster-me de causar dor e dano a outros. Mas reconheço ser uma façanha impossível e irrealizável.

Em contrapartida, a meu ver, os outros raramente procuram abster-se de actos que levam a produzir dor a outros ou a eles mesmos.
Ser altivo e arrogante, demonstraram-me, ao longo da minha caminhada neste mundo cruel, as minhas mais eficientes armas de preservação. O medo, como mecanismo para procurar segurança, não é o mais adequado...

Estou cansado deste mundo politicamente correcto ainda que moralmente podre. Um mundo em que nós temos medo que os outros iram ser ofendidos por nossas palavras, mas que os outros não vão ser afectados por nossas acções. Um mundo onde todos dizem que querem uma solução, mas ninguém está disposto a admitir que são o problema.

terça-feira, 18 de março de 2014

Aptidão

“A genialidade não é outra coisa senão uma grande aptidão para a paciência.” (George Buffon)
A aptidão é capacidade de realizar algo…
Mas adquire-se? Treina-se? Nasce-se?

A aptidão está associada à inteligência e às habilidades inatas ou àquelas que são adquiridas no âmbito de um processo de aprendizagem.
As aptidões aparecem vinculadas com uma ampla variedade de capacidades e competências, por sua vez relacionadas com diversas habilidades lógico-matemáticas. Assim, a aptidão pode pertencer ao raciocínio lógico, ao raciocínio abstracto, à compreensão verbal e expressão escrita, à destreza manual, à inventividade, à capacidade analítica, à habilidade corporal ou ao raciocínio indutivo, por exemplo.

Na verdade, sinto que é a capacidade de realizar provas através de testes e exames, para que, após aprovação, é emitido um certificado. E com muita sorte poderei realizar o tal “algo” para o qual encontro-me apto…

Porque posso ser hábil e ter vocação para realizar o tal “algo”, mas é-me vedado sem o certificado. E após o certificado, é-me vedada a oportunidade…
Que estranha habilidade para o qual existe apenas uma aptidão para a propensão para realizar mas há uma predisposição para apenas termos um certificado que atesta um facto…

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Simplicidade

Eu quero por demais…
Anseio por muito e por todos…
Apetece-me… Aspiro a ser melhor…
Desejos são imensos, até demais…
Eu gostaria de…
Mas resume-se a apenas uma incontornável pretensão… Ser feliz
Descobri a simplicidade da vida.

Uma única ambição, cuja simplicidade não poderia ser mais complexa de obter ou até mesmo de explicar.
Tudo o que peço é simples, mas depois… É complicado…
E a felicidade é adiada para um acontecimento fortuito ou por um acontecimento infeliz.
"Há o desejo, que não tem limite, e há o que se alcança, que o tem. A felicidade consiste em fazer coincidir os dois." (Vergílio Ferreira)

A simplicidade é complicada…
Até um átomo. A hipotética unidade indivisível e universal da matéria, é um entrelaçado de corpúsculos de natureza diversa…

terça-feira, 5 de abril de 2011

Realização

Por vezes, sinto-me pequeno, insignificante… Não devido à minha baixa estatura, pois não tenho complexo ou sentimento de frustração em relação a isso… Mas no quão pouco fiz no meu percurso neste mundo… E sinto que o tempo escasseia… E que a energia para executar meus mais ambiciosos planos, desaparecerá…

Acaba por não ser a verdade, pois já deixei várias marcas que perdurarão ao longo de séculos… Na realidade, sou um escravo do trabalho… E o resultado desse meu trabalho é visível… E é muito o que realizei…
Todavia, não me sinto, minimamente, realizado.
Todos os projectos em que me envolvo dão-me uma sensação de satisfação enquanto não atingem a sua conclusão.
Depois de obra feita, desligo. E torna-se algo exterior a mim, num estranho, que parece nunca ter estado em mim…
O que poderá dar-me contentamento e sentimento de realização? Que possa afirmar com alegria: “Eu fiz” e sentir-me inter-ligado com esse facto…

sábado, 2 de abril de 2011

Constância

Constância trata-se de uma qualidade apreciada numa pessoa de bem. Mas não é uma virtude essencial. Ser persistente e insistir na mesma convicção pode ser teimosia…
O mundo que nos rodeia encontra-se em mudança. E para sobreviver às mudanças é necessário adaptarmo-nos a essas alterações.

Ser constante não significa, necessariamente, permanecer igual a si…

Mas necessitamos de alguém que seja firme e sólido…
Com que podemos sempre contar, sem deixar-nos ansiosos ou causar surpresa…
Uma pedra basilar, uma âncora que nos segura num mar revolto que são as nossas vidas.
Algo fixo…

Uma constante cria ordem onde apenas existe caos…

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Busca

Em busca de…
Estamos à procura… Mas do quê?
E porque estamos num constante estado de busca? O que pretendemos salvar?

Em busca da verdade… De respostas… De uma razão de ser… De um motivo para continuar… De algo para fazer ou satisfazer uma necessidade que consideramos no momento, como premente… De problemas…
Em busca de alguém…
Em busca de dar ordem e sentido ao absurdo das nossas existências… De dar-lhes uma direcção… De tornar-lhes compreensíveis…
Em busca de uma bolacha para acalmar a barriga enquanto esperamos pela refeição…

Procuramos à nossa volta… Ao longe… Nos conselhos de outros…
Procuramos estabelecer novos e mais audazes objectivos e respectivos planos para os concretizar…
Procuramos o melhor para nós… De compreensão e carinho… Até procuramos modificar o mundo que nos rodeia e deixar uma marca… Por mais efémera que seja…

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Imaginários

Amigos imaginários…
Com quem brincávamos… Principalmente, quando estávamos sem a companhia de outros da nossa idade, ou, quando não havia ninguém para partilhar a mesma brincadeira…
Então, até falávamos, em bom tom, como se alguém estivesse connosco. Mesmo à nossa beira… Sem qualquer receio de parecermos loucos ou tresloucados…

Amores Imaginários…
Em que admiramos com atenção o objecto da nossa paixão desmesurada…
E, na sua ausência, fitamos para um qualquer objecto que nos faça recordar-nos dessa pessoa… Ou, simplesmente, criamos uma sua imagem em nossas mentes…

Então, somos protagonistas de uma história em que tudo é perfeito e acontece em nossa feição…
Como, somos ingénuos!
Mas que mal poderá ocorrer? Afinal, é apenas a nossa imaginação a dar rédea solta às nossas fantasias e desejos…
O mundo que nos rodeia é que está errado… Pois, não nos permite sermos salvos, nem sermos heróis da nossa própria história…

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Vitinho

Como foi possível?
Chega a ser assustador… O Vitinho que me mandava ir dormir fez hoje 25 anos…
Passou tanto tempo!
Não era exactamente pequeno, mas era após o Vitinho que me deitava… Podia já estar de pijama e dentes lavados, mas faltava o “Boa Noite, Dorme Bem e Até Amanhã” dos pais do Vitinho…

Apenas fui autorizado, uns dias, a ficar acordado até mais tarde. Porque a seguir dava uma série televisiva sobre Cristóvão Colombo. Uma oportunidade para aprender sobre a história deste descobridor.

Anos mais tarde, na minha viagem de finalista da secundária. Eu e os meus colegas cantámos, além de muitas outras música, cada uma das músicas do Vitinho. Todos nós sabíamos de cor…
É extraordinário, mas faz parte da cultura popular da minha geração cada uma das músicas que, sem as quais não iamos deitar.
De facto, houve mesmo uma noite, em que o Vitinho foi emitido mais tarde que o habitual. E no dia seguinte os pais queixavam-se de os filhos não terem ido deitar, e que a culpa de toda aquela situação era a transmissora televisiva…

É tão bom recordar e sonhar outra vez…

domingo, 28 de novembro de 2010

Educar

Não restam dúvidas de que hoje há insegurança sobre a educação dos filhos. Existem teses e teorias diversas, que apontam direções, muitas vezes opostas, e que criam um dilema para os pais:
- Como educar? Qual é o caminho correcto?
Uma coisa parece ser certa: as atitudes firmes e coerentes são fundamentais na educação dos filhos.
Limites, regras e vida em sociedade.
Por mais que lhe custe ouvir falar deste assunto, não se esqueça que os
limites e as punições são uma constante nas nossas vidas. Por exemplo: um motorista que segue acima do limite máximo de velocidade permitido, será multado, ou seja, punido.
Viver em sociedade significa obedecer as regras. Muitas vezes não percebemos, mas estamos constantemente a respeitar e a definir limites. Não seria possível viver colectivamente sem eles. Por isso, a criança precisa aprender desde cedo como comportar-se em grupo.
Naturalmente que é dever dos pais atender os pedidos dos filhos, mas sempre dentro de determinados limites impostos pela sociedade e pela educação dos próprios progenitores. É preciso saber dizer não, de uma forma positiva e coerente, caso contrário vamos estar interferindo no desenvolvimento correcto da criança.
Saber dizer "não".

Dizer "não" a uma criança é uma atitude, dentro do processo educativo, necessário e saudável. A criança precisa compreender que existem regras, que tudo tem um momento certo e que há horas para brincar, para dormir, estudar etc. Quando a criança tem liberdade total, tem dificuldade em apreender e aceitar regras e limites.
A falta de firmeza dos pais leva a criança a impor a sua vontade. Então, é ela que determina o que vai comer, o que vai vestir, que programa assistir na televisão, como deve ser mobilado seu quarto, etc. Habituados a impor a sua vontade, a criança e o adolescente não aceitam ser contrariados.
Dizer "não" a uma criança, no momento certo, não é prejudicial. Muito pelo contrário. Esta pequena palavra é necessária, uma vez que a criança está construindo a sua concepção do mundo. A criança precisa de conhecer os limites, saber distinguir aquilo que pode ou não ser feito, para conseguir viver em sociedade.

Ao contrário do que muitos pais pensam, a criança é capaz de entender um "não". A recusa não gera traumas, mas tem que ter uma razão e coerência.
Ao proferir a negação, o adulto mostra que se preocupa com a criança, e, para ela, isto vale muito mais do que muitos brinquedos ou a realização de todas as suas vontades. Ela poderá chorar ou "fazer birra", mas isso faz parte da sua socialização.
Assim, o adulto deve pensar no bem da criança quando tiver diante de si uma situação em que precise negar. Pode ser um pouco difícil dizer não, mas é preferível ver uma cara triste por apenas alguns momentos, do que testemunhar problemas mais graves que poderão fazer a criança sofrer mais tarde.

sábado, 27 de novembro de 2010

Agradeço

É sempre de bom tom agradecer… Mesmo por aquilo a que os outros se encontravam obrigados a efectuar…
Agradecer é um acto de gentileza e de apreciação… Um incentivo para não banalizar os actos… Por isso…

Agradeço por nunca estarmos realmente sós. De sempre haver um ombro que nos apoia e acolhe com carinho.
Há sempre alguém com palavras de ânimo e conforto…

Também agradeço por estar vivo e bem de saúde, e ter os meios para manter-me assim… E não choro apenas quando me faltam…
É certo que tenho vivido por muitos momentos difíceis… Mas agradeço a paciência e a perseverança daqueles que mantêm por perto…

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Fogão

Desde que experimentei cozinhar num fogão de vitroceramica que me tornei um fã. Mais eficiente, eficaz e limpo… Adorei.
E quando o meu velho fogão a gás apresentou ter uma fuga de gás, decidi logo substitui-lo por um fogão de vitroceramica.
Esta peça de móvel, é de facto o objecto central de uma cozinha. Pois enquanto espero pela entrega, encontro-me muito limitado ao que posso preparar. E já agora deixo umas simples dicas…

Mantenha as panelas no centro da chama.
Quando estiver a cozinhar, fique atento para que as panelas estejam bem no centro das chamas. Quando as labaredas sobem pela lateral da panela parte do calor é perdido, fazendo com que a comida demore mais de cozinhar e você gaste mais energia.
Ainda existe o risco de queimar parte da comida ou presenciar um acidente, já que quando mal posicionada, a panela fica mais propensa a cair do fogão. Por isso, posicione correctamente a panela e evite esses riscos.

Tampe suas panelas enquanto cozinha.
Parece obvia, não é? E é mesmo! Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar. Com isso você economiza gás e ainda garante que seu almoço ficará pronto mais cedo.
Outra boa ideia é cozinhar na panela de pressão. Acredite, dá para fazer de tudo ali: feijão, arroz, macarrão, carne, peixe etc. É muito mais rápido e você pode economizar até 70% de energia.

Cozinhar

Preparar a comida de que se serve de base a nossa alimentação, é daquelas actividades incontornáveis das nossas vidas…
Mas também é uma actividade que exige paciência, alguma dedicação e criatividade…
Dependendo do que se prepara, pode demorar mais ou menos tempo, ser mais ou menos difícil de fazer… E se somos suficientemente esquisitos, reparamos que o mesmo prato nunca fica igual…

Seguir uma receita pode ser o modo mais fácil, mas pode faltar este ou aquele ingrediente… Correr à loja, buscar o que falta nem sempre é a melhor opção… E podemos ter curiosidade em adicionar um ou outro ingrediente que temos à mão. Só para saber como fica…
É uma arte, mas também uma ciência que se baseia em experimentação e erro, até à descoberta da receita ideal.
E a criatividade não fica pelos ingredientes utilizados, mas também no modo como apresentamos os alimentos preparados.

Gosto de cozinhar, mas não deixo de ficar um tanto frustrado quando fico enfiado numa cozinha durante horas, e o cozinhado é devorado em minutos…

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Devolução

Quando adquirimos algo, temos o direito e o dever de verificar, antes de o aceitar, para constatar que se encontra nas condições convencionadas e sem vícios.
O resultado da verificação deve ser prontamente comunicada, pois, a falta de verificação ou da sua comunicação importa a aceitação. E se tem algum defeito, obtemos o direito de exigir a eliminação dos defeitos, através por exemplo de troca, ou exigir uma redução do preço, ou até mesmo a resolução do contrato com a consequente devolução do preço.

Então a verificação deve ser feita dentro do prazo usual.
Num produto adquirido numa loja, até 15 dias. Num produto entregue no local escolhido, no momento da entrega. Num produto adquirido através do comércio electrónico, até 30 dias. Ou noutro prazo convencionado pelas partes…
Mas na ausência de defeito… É devolvido à procedência…

De qualquer modo, devolver porque desistimos da compra ou nos arrependemos da compra efectuada, dependerá da boa vontade da outra parte…

sábado, 2 de outubro de 2010

Naturismo

"Se fosse a vontade de Deus que nós vivêssemos nus, teríamos nascido assim." (Mark Twain).

O naturismo é uma forma de vida em harmonia com a natureza traduzida na prática da nudez colectiva, no propósito de favorecer o respeito por si mesmo, pelos outros e pelo meio ambiente.
É, portanto, um conjunto de princípios éticos e comportamentais que preconizam um modo de vida baseado no retorno à natureza como a melhor maneira de viver e defendendo a vida ao ar livre, o consumo de alimentos naturais e a prática do nudismo, entre outras atitudes.

É claro, que quando a temperatura arrefece, vestir mais uma camisola invés de ligar o aquecimento, curiosamente significa respeitar a natureza ao evitar aumentar o consumo dos recursos do nosso planeta…
Portanto, apesar de o naturismo fomentar a prática de nudismo, são conceitos diferentes. Pois o objectivo do naturismo é promover a aceitação de nossos próprios corpos, enquanto o do nudismo é contrariar a nossa natureza de querermos vestir…

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Misantropia

Eu expresso uma antipatia geral para com a humanidade e a sociedade, mas possuo relações normais com indivíduos específicos (familiares, amigos, companheiros, por exemplo). A minha misantropia é motivada por sentimentos de isolamento e alienação social, e também, simplesmente, pelo meu desprezo pelas características prevalecentes da humanidade/sociedade.

A misantropia não implica necessariamente uma atitude bizarra em relação à humanidade. Um misantropo não vive afastado do mundo, apenas é reservado (introvertido/tímido fundamentalmente) e, é precisamente por este facto que é habitual serem poucos os meus amigos ou pessoas que estabeleçam um vínculo afectivo comigo. Olho para todas as pessoas com desconfiança, e é frequente serem feitos "juízos de cálculo" de cada um que se aproxime, embora muitas vezes não o demonstre. Não gosto de grande agitação ao meu redor, pois não me sinto confortável diante de muita gente, preferindo ficar por casa a sair para locais de diversão.

Não desprezo, nem transgrido as normas da sociedade. Mas, tendo a ser bastante sarcástico/irónico nas observações que faço.
Podem ocorrer frequentes mudanças de humor: ora feliz, ora melancólico, o termómetro do estado de espírito fica descontrolado, oscilando constantemente. Normalmente sou perfeccionista no que gosto de fazer e no que me comprometo a fazer.
Apesar da antipatia, não deixo de procurar inter-agir com os outros…

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Listas

Para melhor visualização da informação registada, os dados são enumerados e organizados em listas…
Em listas de nomes, contactos… Listas de afazeres, de bens, de compras…

As listas não mais do que formas de organização, de auxiliares da memória…
Mesmo quando estas não estejam registadas num papel, mas guardada na própria memória.
Colocamos em lista os nossos planos, objectivos e metas… Colocamos a promessa de os concretizar… Criamos a expectativa de os realizar…
Por vezes, estabelecemos prazos e meios para os atingir…

Contudo, qualquer lista pode crescer e assistir a um aumento perpétuo de elementos…
Elementos que pretendemos riscá-los…
Mas entre os que entram e que saem… Quais sobrepor-se-ão?

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Indicações

Os simples conselhos, recomendações ou informações não responsabilizam quem os dá, ainda que haja negligência da sua parte.
Quando alguém nos pede por direcções, não existe uma obrigação de dar a essa pessoa o caminho correcto a seguir… Mas diligentemente, procuramos transmitir e advertir sobre o caminho a tomar.

Mas somos responsabilizados se assumirmos os danos que um mau conselho, recomendação falsa ou informação errada possa ter causado… Ou se havia um dever de dar conselho, recomendação ou informação… Ou quando a nossa actuação constitua um crime…

Levemente, esboçamos um croqui do caminho a tomar… E aos poucos revelamos o melhor caminho a tomar, mencionando uma ou outra característica a ter em conta…
Mostrando a rota a seguir e, no fim, o destino…

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Empate

Quando não alcançamos a vitória… Mas também não somos derrotados pelos nossos oponentes no mesmo jogo…
É a situação de empate, que paralisa-nos e não queremos aperceber-nos que a vida continua…

Por vezes estamos à frente, por vezes estamos atrás… Mas a viagem é longa… Não devemos deter-nos e ficar a empatar o caminho que outros poderão utilizar…

Lenda

A lenda é um caminho que dá sentido à existência pessoal de cada um de nós, que nos faz brilhar de dentro para fora. É um entusiasmo que brota dentro de nós, quando sentimos que o que estamos a fazer é o que devíamos estar a fazer nesse exacto momento, nesse exacto local. Isto acontece quando estamos a seguir a nossa Lenda Pessoal.

Contudo, nem todos nós temos a coragem de nos confrontarmos com o nosso sonho, com o potencial que está dentro de nós.
São vários os obstáculos que nos surgem ao longo da nossa jornada…

Primeiro são os preconceitos, as ideias feitas, o medo de não sermos capazes de vencermos os nossos medos e ultrapassar o sentimento de culpa…
Depois, o amor… De não querer magoar os que nos são queridos, sem apercebermos de estes estarão presentes a apoiar-nos nas nossas jornadas…
Por fim, os medos da derrota e da realização… Do vazio que se lhe segue ao atingir nossos objectivos… E da necessidade de traçar novos planos…