quarta-feira, 30 de abril de 2008

Michael Bublé - Everything



E nesta louca vida, e nestes loucos tempos.
És tu, és tu, tu que me fazes cantar.
Tu és cada linha, tu és cada palavra
Tu és tudo!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Arroz

O arroz é, depois do trigo, o cereal mais cultivado no mundo e um dos mais antigos, sendo impossível determinar com exactidão a época em que se começou a cultivá-lo. Os historiadores acreditam que o seu cultivo é tão antigo quanto a própria civilização…

É uma planta herbácea pertencente à família das gramíneas. Essa planta necessita do calor e da humidade para crescer, mede de 30cm a 1,80m de altura, é liso e tem pontos de flores e hastes arredondadas e produzem os grãos de arroz. Existem inúmeras variedades de arroz…
Após a colheita o arroz é armazenado em silos, sofrendo o processo de secagem, quando atingir o grau de humidade de 12% o arroz esta pronto para ser beneficiado. É, então, descascado e passa por um polimento a fim de adquirir a coloração branca que estamos acostumados a ver. O engorduramento deixa-o brilhante e a desidratação ajuda a conservá-lo.
Quando os grãos são apenas descascados temos o arroz integral.

A tigela de arroz é o prato principal para mais de metade da humanidade. Não devemos criar alarmismos, mas sempre que oiço na “crise do arroz” que pode provocar o aumento do preço dos restantes cereais e dar origem a uma crise alimentar de dimensões incalculáveis…
Eu fico alarmado…

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Prevenção

O dia 28 de Abril é comemorado anualmente em todo o mundo como Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho. Por terras lusas é denominado por Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho.
A efeméride tem como objectivo homenagear as vítimas de acidentes de trabalho e de doenças profissionais.

Acidente de trabalho é o sinistro, entendido como acontecimento súbito e imprevisto, sofrido pelo trabalhador que se verifique no local e no tempo de trabalho e produza lesão ou perturbação funcional ou doença que, por motivo de trabalho, resulta na morte ou incapacidade (redução na capacidade de trabalho ou de ganho), temporária ou permanente, do trabalhador…

Sempre ouvi que “mais vale prevenir do que remediar” e “todo o cuidado é pouco”…
E todos nós temos o direito à prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e saúde, através da prevenção de riscos profissionais e a promoção da saúde dos trabalhadores…

Prevenir é colocar em execução de medidas em todas as fases da actividade laboral, destinadas a assegurar segurança, higiene e saúde no trabalho e evitar acidentes dependem directamente do tipo de actividade exercida, do ambiente de trabalho e da tecnologia e técnicas utilizadas.
O melhor modo de prevenir os acidentes de trabalho é a informação, além da participação, organização e fundamentalmente a consciência dos trabalhadores ao depararem-se com determinadas situações no seu local de trabalho.
É importante adoptar, tanto quanto possível, comportamentos que minimizem os potenciais atentados à segurança de cada um. Assim, chama-se a atenção para as condutas a adoptar e / ou a evitar…

domingo, 27 de abril de 2008

Blogoprendas

E isto é que são"2 em 1"… Dois presentes oferecidos por Gione de uma só vez…

De facto, sou mesmo um sortudo…
Principelmante, pela atenção que me é dada por todos aqueles que estão por aí… Mesmo por aqueles a quem raramente se
trocam mensagens mas lembramo-nos, com carinho…

Vejam só a bicicleta que me foi oferecida.


Infelizmente, não sei andar de bicicleta… Vou ter de aprender… E juntos, vamos todos desfrutar dos prazeres que apenas um passeio de bicicleta pode oferecer…
Vamos passear pelos campos afora, sentir o aroma das flores, do calor do sol, dos aromas na brisa, das cores que enchem-nos a vista…
Se alguém ainda não tem… Ofereço já a toda a “gente gira” que fazem parte deste “bairro virtual”…
Já têm uma!? Recebam outra, para que não lhe falte jamais uma bicicleta florida…

sábado, 26 de abril de 2008

Debate

O diálogo também não é simplesmente um processo de fusão de conceitos ou de busca constante por entendimento e homogeneidade. Cada um absorve para si aquilo que consegue da química troca de elementos proporcionada quando estamos dialogando. Uma terceira ideia comum poderá surgir ou não.
O principal desafio implícito no processo de diálogo é vencer o medo do desconhecido e abrir nossa consciência para os sinais e mensagens estranhos a nós que ainda não descodificamos. O outro, pelo contraste de suas diferenças, produz geralmente uma reacção de desconforto.


Os modelos de comunicação e relacionamento que recebemos através de nossa cultura e pela educação acentuam as qualidades individuais como a criatividade e a competitividade. Assim, facilmente rotulamos e aprisionamos o potencial aberto do diálogo, e desviamo-nos para o debate de ideias. A habilidade e disposição para ouvir intensamente e tentar compreender o outro é considerada menos importante do que a capacidade de convencer e impor suas ideias.

Depois é querer que a nossa opinião prevaleça e nossos argumentos convençam os outros… As conclusões são acessórios que menos interessam… O bem comum, o “conjunto de todas as condições de vida social que consistam e favoreçam o desenvolvimento integral da personalidade humana” (Papa João XXIII), não é o objectivo daqueles que debatem…

Ficamos polarizados esquizofrenicamente entre conceitos e ideologias estreitas e antagónicas, míopes para as infinitas possibilidades do caminho do meio. Ao invés de apreciarmos a vida e o que há de bom nos outros, na maioria das vezes, passamos o tempo a julgar e a comparar.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Diálogo

Quando escrevemos temos no horizonte um interlocutor… Digo o que construí e o “Outro” entende e pode fazer uma outra construção em cima disso e me retornar, se assim o desejar…
Mas uma vez dito, encontra-se fora de mim…

Os sujeitos do diálogo se alteram em processo (devir). O Diálogo é uma corrente inserida na cadeia infinita de enunciados (actos) em que a dúvida leva a outro acto e este a outro, e assim sucessivamente. O enunciado afirmado por alguém passa a fazer parte de todos os enunciados, numa cadeia infinita, em que as ideias e os pensamentos surgem…

“Diálogo, reflexão conjunta, observação cooperativa da experiência, é uma metodologia de conversação que visa melhorar a comunicação entre as pessoas e a produção de idéias novas e significados compartilhados. Ou, posto de outra forma, é uma metodologia que permite que as pessoas pensem juntas e compartilhem os dados que surgem desta interação sem procurar analisá-los ou julgá-los de imediato” (Humberto Mariotti).

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Outros

Todos diferentes, todos iguais…
Somos todos indivíduos, únicos e irrepetíveis… E interagimos com todos…
Ao optarmos e decidirmos racionalmente, sabemos desde início que o acto que será realizado acarretará consequências… Não só para nós mesmos mas também para os outros… Então, colocamo-nos no lugar dos outros, para determinar a validade dos nossos actos…

Para além de mim, existem os outros…
É através do reconhecimento da existência dos outros, posso melhor reconhecer a minha própria identidade…
Devemos ser capazes “ de apreender o outro na plenitude da sua dignidade, dos seus direitos e, sobretudo, da sua diferença (Frei Betto). Não devemos cingir-nos ao que é igual ou semelhante, a nós mesmos, mas também às diferenças… E respeitá-lo em todos os aspectos…

Quando ignoramos os outros, quando não damos importância às consequências dos nossos actos nos outros (nos outros indivíduos, no mundo que nos rodeia, na natureza…), criamos um mundo de indivíduos em que “o inferno são os outros” (Jean-Paul Sartre) e cuja convivência é impossível de ser totalmente evitada, pois o mundo que nos rodeia, não existe sem os outros…

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Livros

Livros… O que são livros?
Muito é dito e escrito, sobre o que são os livros e significam para todos nós… Principalmente da relação de amizade que se estabelece com tais objectos inanimados…
São um meio de fuga desta realidade para um mundo de fantasia e diversão, ou a fonte da nossa sabedoria…

Para mim, são os pesos que carrego em malas e mochilas, para todo o lado… O fardo em minhas mãos que me entretém em períodos mortos… Os volumes que preenchem todas as prateleiras e ocupam as mesas, amontoando-se à minha volta…
Locais de pesquisa, em que o conhecimento se mantém congelado…
Local de estudo e meditação…

Cuido de cada livro como uma preciosidade…
“- My precious…”
Mas quem os cuidará depois de mim e os manterá a salvo…

terça-feira, 22 de abril de 2008

Planeta

Será que é num planeta de betão em que queremos viver…!


"No DIA DO PLANETA TERRA, chega à BlogoESFERA, mais um PLANETA ... o PLANETA +!" (Gi).

Mais uma flor que desabrocha no meio do frio betão…

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Valor

“O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis” (Fernando Sabino).

É impossível avaliar, em termos práticos… Essa avaliação acarretaria problemas insolúveis ou geradores de grande conflitualidade e insegurança.
Por um lado, porque não foi ainda possível encontrar critérios de valor objectivos absolutamente satisfatórios; por outro lado, porque o “valor das coisas” é influenciada por uma infinidade de factores objectivos e subjectivos que fazem com que o valor inicialmente encontrado nem sempre se mantenha estável por muito tempo.

Mas devemos ter sempre em mente que “As melhores coisas da vida não são coisas" (Joann Davis)…

Hoje, faltou-me a saúde…
Como é valiosa a saúde, apesar de só lhe darmos o devido valor apenas quando nos falta…

domingo, 20 de abril de 2008

Paridade

Todos diferentes, todos iguais…
Somos todos indivíduos, únicos e irrepetíveis…

Mas a realidade é perturbada, em concreto, por uma disparidade real… Por desigualdade de condições económicas, pelo domínio de algo, por diferenças culturais, por formações diversas, por situações de necessidade ou por qualquer outro factor de vantagem que possa surgir…
Tratar por igual o que é desigual, é si, uma desigualdade…

O que devemos assegurar entre todos é uma posição de paridade… A necessidade de defender o mais “fraco”…
É impossível estabelecer uma absoluta igualdade… Mas ao proteger o mais “fraco” é a de assegurar a paridade e nunca a de criar privilégios…
Tratar o igual igualmente e o desigual, na medida da sua desigualdade…

_______________

paridade
do Lat. paritate
s. f.,
qualidade de par ou igual;
parecença;
semelhança;
estado de câmbio ao par;
equivalência.


In http://www.priberam.pt/

sábado, 19 de abril de 2008

Regras

Estabelecidas para traçar e regular os nossos comportamentos: as regras…
Normas de condutas que pautam as nossas relações com os outros…

Estas devem ser claras… Mas nem todas são universais nem imutáveis…
Todas estão sujeitas a melhoramentos e muitas devotadas ao esquecimento…
Noutros casos, apenas melhor compreendidas, quando as nossas vidas nos obrigam a aplicar regras que anteriormente criticávamos…

Desde o início de nossas caminhadas que encontramo-nos sujeitos a regras… Anteriores a nós mesmos ou criadas e aprovadas por nós, existem sempre regras e normas…
Regras que regulam as nossas atitudes…


Mas porque até as mais básicas regras de convivência são violadas? Porque tenho de conduzir aterrorizado sempre à espera da próxima infracção ao "Código da Estrada"? Porque tenho de tolerar e assistir à violação das regras basilares de respeito?
Para que servem as regras, quando estas não são aplicadas…!?

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Tragédia dos Comuns - Ar

O uso de um recurso natural como é o ar, nunca poderá ser impedido… Mas deverá ser regulamentado…
Se poluímos o ar com gases e partículas, mesmo através de uma simples queima ao ar livre, os demais "donos" do ar terão direito de reclamar. Em outras palavras, estará acontecendo um uso indevido de bens comuns, porque esses bens estão sendo "privatizados" sem uma contra partida para seus outros "donos".

De facto, os problemas de poluição atmosférica resultantes do desenvolvimento urbano e industrial e do crescimento da utilização de veículos automóveis reflectem-se na saúde pública e no bem estar das populações e também na preservação da fauna, flora, riquezas paisagísticas e património histórico e cultural…

Por isso, é fundamental adoptar medidas para salvaguarda da qualidade de um recurso como o ar… Adoptar uma política de preservação e melhoria d ambiente e da defesa da sua qualidade que seja capaz e eficiente…

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Agir

Todas as nossas acções são fruto das circunstâncias e das nossas características…

As nossas acções encontram-se enquadradas pelo "conjunto de normas, princípios, preceitos, costumes, valores que norteiam" o nosso comportamento…

As nossas condutas são regidas por aquilo que ditamos e acreditamos, por aquilo em que fomos educados e ensinados a acreditar, ou aprendemos a acreditar… São critérios utilizados nas nossas escolhas e decisões… E impostas por nós a nós mesmos…

Quando não encontramos justificação, nem explicação às condutas que realizamos, estas correm o risco de serem colocadas à margem e esquecidas… Mas quando são os outros que nos impõem regras!?
As nossas acções também se encontram enquadradas pelas instituições em que fazemos parte, pela sociedade em geral, pela lei…
As condutas são reguladas por regras sociais de convívio que buscam, muitas vezes, o respeito… Mas também nos obriga a condutas contrárias à nossa própria natureza, em prol de objectivos exteriores a nós… Quando agimos em desconformidade com a nossa consciência, por imposição de outros…
Será que estamos a "vender" a nossa integridade? Ou apenas a ser bem-educados? Ou "a decidir através de razões o que em cada momento é preferível fazer"? (Francisco Salvater)

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Respeito

Comportamento gera comportamento…
E o respeito mútuo é o que torna a vida em sociedade possivel…
“O verdadeiro respeito não é imposto pelo papel que representamos, mas é conquistado através do comportamento alinhado com os valores” (autor desconhecido) do comportamento coerente entre o pensar e o agir…

Respeitar é olhar para nós mesmos e para os outros, como seres únicos e singulares, sem julgamentos a priori ou maledicências, olhar e ver o que são na realidade, sem distorções…
Mas respeitar não se cinge apenas a nós mesmos e aos outros, mas a tudo… Às criaturas e plantas com quem partilhamos o mesmo planeta… Até mesmo às pedras da calçada que pisamos dia após dia…

As faltas de respeito perturbam a minha paz interior e coloca em causa a minha fé nos outros…
As faltas de respeito conduzem-nos a viver em constante briga com nós mesmos… Posteriormente, transferimos aos mais próximos a nossa ira, raiva e ódios…Comportamento gera comportamento… E estamos em guerra com tudo e todos…

terça-feira, 15 de abril de 2008

Cinco

Através dos meus cinco sentidos físicos, tenho a percepção das nossas viagens e mudanças…

Com cinco dedos, fiz os meus cálculos… (Mais tarde, terá de ser com os dez dedos)…
E com hoje, já passaram cinco meses… E cinco pedrinhas ainda não fazem um monte…

Autonomia

É a liberdade que as pessoas têm de se regerem e vincularem a si próprias, uma perante as outras, de prometerem e de se comprometerem…

É o poder que as pessoas têm de se dar leis a si próprias e de se reger por elas. É o poder de autodeterminação, num espaço de liberdade em que todos nós podemos reger os nossos interesses entre nós, como entendermos…

É através do compromisso que nos ligamos uns ao outros e realizamos tarefas em conjunto…
É através do compromisso que aceitamos as consequências das nossas escolhas, carregamos com o peso delas, honramos a nossa palavra…
É através do compromisso que conferimos realidade à liberdade. Ao sermos responsáveis somos autenticamente livres…

É através dos compromissos que tomamos e as acções que escolhemos que define as nossas personalidades e individualidades. Que nos diferencia dos restantes. É através deles que somos julgados e avaliados. Aquilo que somos manifesta-se, portanto, naquilo que fazemos…

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Ace of Base - Life Is A Flower


Continua a sorrir… Mesmo que o mundo não sorria contigo…

domingo, 13 de abril de 2008

Consciência

Nada nos obriga a ter apenas uma alternativa. O exercício da liberdade exige reflexão e, também, tempo… Por isso, a reacção é diferente da acção, visto que, a primeira é imediata face a um estímulo…

A liberdade e a responsabilidade são parâmetros essenciais na construção de um indivíduo como pessoa, visto que é através da liberdade e da responsabilidade que um sujeito é capaz de se tornar efectivamente autónomo…
De facto "a liberdade sem responsabilidade constitui arbítrio e é incompatível com a dignidade. A responsabilidade sem liberdade constitui sujeição ou servidão, o que é também incompatível com a dignidade" (Pedro Pais Vasconcelos).

Então, se não agirmos livremente, não podemos assumir totalmente as consequências dos nossos actos. Só o sujeito capaz de optar e decidir racionalmente, com consciência é capaz de assumir as causas e as consequências da sua acção.
Consciência é a capacidade de julgar as nossas próprias acções, decidindo se são correctas ou não, escolhendo os nossos caminhos na vida…
Só tem sentido julgar moralmente a acção de uma pessoa se essa acção for praticada em liberdade…

sábado, 12 de abril de 2008

Responsabilidade

A nossa actuação no palco da vida é de carácter racional, pois devemos pensar nas causas e nas consequências dos nossos actos, como também na sua forma e conteúdo…

A responsabilidade é a capacidade, e simultaneamente, uma obrigação moral, de assumirmos os nossos actos. É reconhecer nos nossos actos, compreendê-los que nos constrói e nos molda como pessoas…

A responsabilidade implica que sejamos responsáveis em todo o processo de formação do acto.
Antes do acto, ao optarmos e decidirmos racionalmente, e ao conhecer os motivos da nossa acção e ao tentar prever as consequências desta.
Durante o acto, na forma como actuamos, os meios que são utilizados (a dimensão ética do agir)…
E, finalmente, depois do acto, no assumir das consequências que advêm dos actos praticados…

A liberdade e a responsabilidade estão interligadas na medida em que só somos realmente livres se formos responsáveis, e só podemos ser responsáveis se formos livres…